Léo Moraes em defesa dos atingidos pela enchente do Rio Madeira

No ano de 2014 aconteceu a maior cheia histórica do rio Madeira, marcando quase 19,74 metros acima do nível normal. O maior recorde havia acontecido em 1997, com 17,52 metros. Com a cheia de 2014, aproximadamente 20 mil pessoas ficaram desalojadas na capital Porto Velho, um total de 4,5 mil famílias. O nível da água subiu tanto que alcançou a rua Rogério Weber, chegando ao segundo andar do Tribunal Regional Eleitoral e o Fórum Eleitoral. Em algumas regiões da cidade o rio adentrou por até dez quadras, obrigando os moradores a desocuparem suas casas e tornando o trânsito ainda mais complicado.

“Com o desconto parcial ou total, os moradores puderam utilizar seu dinheiro em reparos para retornarem aos seus lares”

O complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré também foi duramente afetado e as locomotivas centenárias ficaram dias debaixo d’água. Enfim, muitos foram os prejuízos e transtornos causados pela enchente histórica.
Na ocasião, Léo Moraes era vereador em Porto Velho e apresentou o Projeto de Lei Complementar nº 731/2014, sobre remissão do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), para garantir descontos parciais ou até mesmo totais para todos os imóveis atingidos pela cheia histórica do rio Madeira em 2014, em nossa capital.
O benefício foi muito importante, uma vez que muitos moradores estiveram até quatro meses longe de suas casas e quando voltaram precisaram usar seu dinheiro com limpeza e pintura, para só então poderem retornar em segurança aos seus lares.
Além disso, Léo também denunciou o superfaturamento na compra de cestas básicas para os desabrigados da enchente do Madeira.

Saiba mais: www.redetvro.com.br/descontos-iptu-aos-desabrigados/