Léo Moraes é contra o aumento do lago da Usina

Aproximadamente 97,5% da água que existe no mundo é salgada e não adequada ao consumo humano nem para a irrigação de plantações. Dos 2,5% de água doce, a grande parte (69%) é de difícil aquisição, pois estão em geleiras, 30% são aquíferos (águas subterrâneas) e apenas 1% encontram-se nos rios.
A água é utilizada ainda para a produção de energia elétrica, por meio do aproveitamento do potencial hidráulico existente em um rio.
Dessa forma o uso de um rio precisa ser cautelosamente analisado, para não prejudicar nenhum dos diversos usos que  a água tem para as pessoas, animais e vegetações.
A hidrografia de Rondônia é composta por uma bacia principal, do rio Madeira e outras cinco bacias tributárias; Guaporé, Mamoré, Abunã, Jamari e Machado ou Ji-Paraná. O Rio Madeira é o principal rio do nosso estado, ele é formado pela junção dos rios Mamoré e Beni, ele é um dos principais afluentes da margem direita do rio Amazonas.

Léo sempre esteve atento para garantir a segurança das áreas de reservas ambientais, famílias que vivem na região

O nosso rio Madeira é o segundo maior rio da Amazônia, terceiro maior rio do país em extensão e um dos mais volumosos do mundo. Nele foi instalado o “Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira”, composto por duas usinas de grande porte: UHE Jirau (3.750 MW) e a Usina Hidrelétrica Santo Antônio (3.568 MW), construídas entre 2008 e 2016 na capital Porto Velho. O deputado Léo Moraes votou contra o projeto de lei complementar 102/16, que altera dispositivos da Lei Complementar nº 633 e que autorizou o aumento da cota do lago da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio. Léo sempre esteve atento para garantir a segurança das áreas de reservas ambientais, famílias que vivem na região e principalmente a população de Jacy-Paraná, em Porto Velho.
Na ocasião Léo afirmou: “Não é de hoje que me manifesto contrário à aprovação desse projeto de lei, fizemos nossa exposição de motivos, mostrando os absurdos, os abusos e o descaso que a usina tem com os moradores da nossa cidade e de Rondônia”.
Léo Moraes entende que a casa de leis não pode trabalhar de costas aos interesses dos cidadãos. Assim é preciso dar respostas àqueles que se sentem lesados pelos empreendimentos instalados.

Saiba mais: ww.al.ro.leg.br/institucional/noticias/leo-moraes-alerta-sobre-nivel-do-rio-madeira-e-possivel-enchente